Quais são as tendências para o mercado de seguros?

Separamos três setores em especial da indústria de seguros para analisar, de forma mais aprofundada, as tendências futuras em termos de mercado.

Projetar tendências pode ser algo perigoso. Mas a consultoria Deloitte, com base em um amplo estudo de campo, enumerou as principais tendências do mercado das seguradoras para os próximos anos.

De acordo com o estudo, divulgado no site da empresa, as mudanças no panorama dos seguros já vem ocorrendo com a consolidação das novas tecnologias.

Abaixo, separamos a análise de três setores, dentro do mercado das seguradoras, para explicar melhor as atuais mudanças. Aqui, falaremos sobre os setores de saúde, automóveis e imóveis, que englobam grande parte dos seguros do mercado.

Veja tendências para o mercado de seguros em três setores

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A conectividade e as ferramentas tecnológicas chegaram para reduzir os custos das seguradoras e minimizar a taxa de desistência dos consumidores.

As plataformas digitais também proporcionam maior facilidade ao cliente na hora da análise das condições do seguro e possível contratação. De acordo com pesquisa da Deloitte, a taxa de venda de apólices sobe de 70% para 90% quando vinculada às ferramentas digitais

Saúde

Atualmente,  uma série de startups e empresas de TI têm voltado as atenções para as possibilidades do setor de saúde. O chamado Health Tech já é um movimento crescente, por exemplo, nos Estados Unidos, e visa, sobretudo, aumentar a qualidade de vida das pessoas envolvidas.

Ao se conectar com clientes por meio de dispositivos e sensores, as seguradoras podem criar um envolvimento mais regular e significativo por parte do cliente.

Automóveis

A proliferação da tecnologia nos veículos tem criado novas perspectivas a respeito do ecossistema de mobilidade urbana emergente. Contudo, até a implantação de carros autônomos, por exemplo, uma série de debates ainda devem acontecer.

O que se pode aferir, de acordo com a pesquisa, é que com a presença massiva da tecnologia na fabricação dos carros, os custos com perdas tendem a aumentar. O custo com reparos para veículos equipados com sensores costuma ser cinco vezes maior em relação aos veículos tradicionais.

As seguradoras devem prestar atenção ao surgimento de concorrentes novos. Mas o modelo de cobrança pode ser perpetuado caso os fabricantes de automóveis, que produzem “carros inteligentes”, decidam incluir o seguro no preço de seus veículos, a exemplo do que fazem algumas montadoras como a Tesla no mercado asiático.

Imóveis

O fortalecimento da IoT (Internet of Things) no dia-a-dia é um dos motivos que dão origem ao termo InsurTech. São as tecnologias que mudam a forma com que os consumidores contratam seguros. E, em vez de serem tratadas como obstáculo, podem se mostrar benéficas às seguradoras.

Imagine que sensores instalados em uma residência monitorem indicadores de possíveis problemas, como fissuras de encanamentos, fiação defeituosa ou até invasores domésticos com base em áudio e imagens. Esses alertas podem ser enviados, em tempo real, a proprietários e seguradoras para agir preventivamente e evitar incidentes mais graves.

Com a implantação mais ampla das proteções, as operadoras de seguro passam a receber reclamações menos severas e se tornam capazes de coletar dados para precificar o serviço de forma mais personalizada e lucrativa.
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