Como anda a saúde no Brasil?

No Dia Nacional da Saúde, analisamos o mercado dos dentistas e dos mais diversos segmentos de médicos para apresentar números reveladores.

Desde 2008, a maior preocupação de 45% brasileiros é com a saúde, ficando bem à frente de segurança (18%), corrupção (10%) e educação (9%), por exemplo. Os dados são do Datafolha.

O Ministério da Saúde informa que os recursos destinados à rede pública mais do que triplicaram nos últimos 11 anos, passando de R$ 27,2 bilhões em 2003 para R$ 91,6 bilhões em 2014. Programas como o Mais Médicos e de distribuição de remédios gratuitos estão longe de serem unanimidades, porém contam com a aprovação de grande parte dos usuários atendidos.

O cenário.

A população brasileira é formada por mais de 200 milhões. Destes, 71,2% — ou seja, 142,8 milhões – consultaram médico em 2013, de acordo com o Censo. No mesmo ano, 27,9% da população possuía algum plano de saúde, seja odontológico ou médico.

Segundo a análise de dados do IBGE em 2013, a saúde realmente avança a passos lentos. As áreas que obtiveram melhoria, foram a redução da mortalidade infantil e materna, o tratamento da AIDS e a capilaridade da atenção básica. Com base no mesmo levantamento, especialistas afirmam que investimentos em pesquisa devem otimizar os serviços. Há ainda que se destacar os dados do Datafolha, que apontam a aprovação de 69% dos usuários do Mais Médicos, programa implementado pelo governo federal, e da nota dada aos remédios gratuitos, que numa escala de 0 a 10 atinge a nota 7,2.

Nesse mesmo ano e na mesma escala, em um levantamento do Ministério da Saúde para atestar a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS), a média nacional ficou em 5,5.

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Os sistemas de saúde.

Se por um lado existem avanços, de outro, observamos falhas intrínsecas e que parecem não caminhar para resoluções eficazes. É o caso do sistema público de saúde, enfatizado pela atuação do SUS (Sistema Único de Saúde).

A PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) de 2013 mostra que 10,6% da população brasileira adulta —  15,5 milhões de pessoas — já se sentiu discriminada na rede de saúde, seja ela pública ou privada. Um outro levantamento do Datafolha mostra que os principais problemas enfrentados nos sistemas de saúde incluem filas de espera, acesso aos serviços públicos e gestão de recursos. A consequência dessas e de outras falhas são hospitais com atendimento precário. Dados do Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que 64% dos hospitais estão sempre com superlotação e apenas 6% nunca estão cheios, o que leva a mais de 90% da população declarar-se insatisfeita com a saúde no país, segundo o Datafolha. Uma série de outros dados sobre a saúde no Brasil você encontra aqui.

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