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Lançamento da Argo Seguros, Protector Cargas Anual oferece agilidade e simplicidade na contratação

A Argo Seguros está lançando seu segundo produto digital para a área de Transportes. Trata-se do Protector Cargas Anual, uma ótima solução para quem precisa de agilidade no processo de cotação e contratação. O seguro atende empresas que exportam e importam mercadorias regularmente, com limite máximo por embarque de até US$ 1 milhão.

Todo o processo é muito simples e intuitivo porque, conforme a seleção avança, a ferramenta vai eliminando outras possibilidades. Por exemplo, se o corretor escolher que o modal utilizado será marítimo, automaticamente os campos para contratação de coberturas aéreas ficam desabilitados. Da mesma forma, se a escolha do percurso for porto-a-porto, não aparecem outras opções.

As coberturas básicas são automaticamente selecionadas, segundo a mercadoria escolhida. Por exemplo, se for a granel, o sistema selecionará automaticamente essa cobertura. Já as coberturas adicionais precisam ser escolhidas pelo corretor. Antes de enviar a cotação, o corretor ainda pode rever todo o procedimento e até acrescentar outras mercadorias.

O Protector Cargas Anual também oferece ampla rede de atendimento de sinistro em âmbito mundial; custo bastante acessível; equipe de subscrição especializada e, claro, uma plataforma digital já conceituada no mercado que permite a contratação do seguro em menos de cinco minutos. Esse seguro pode ser encontrado na Central do Corretor.

Como faz em todos os seus produtos digitais, a Argo Seguros incluiu também uma série de exclusivos diferenciais tecnológicos que garantem maior agilidade no atendimento. Entre eles estão a “Assistência Documental Digital”, com resposta em até quatro horas; a conversão automática do câmbio em dólar para pagamento do boleto em até cinco dias já em reais; e a facilidade da  “Carta Protesto com Certificação Digital”, um serviço via e-mail que valida o documento inteiro e sua assinatura como prova de entrega, dispensando desta maneira a burocracia.

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“Somos conhecidos por ser uma empresa inovadora, que aposta na tecnologia para facilitar o dia a dia dos corretores parceiros e clientes. Dentro dessa premissa, estamos lançando um produto mais completo e ágil, para aquele corretor que precisa de respostas imediatas”, explica Mariana Miranda, gerente de Subscrição da Argo Seguros.

Recentemente a companhia promoveu um webinar a respeito do seguro de transportes e também sobre este produto. Se você não pôde acompanhar ou deseja rever esse treinamento online e gratuito, basta acessar o endereço https://www.youtube.com/watch?v=yVyjcUGBY-w.

Por fim, vale lembrar que nesse segmento a companhia oferece também o Protector Cargas Avulsas, um produto com as mesmas características, mas voltado a quem importa ou exporta pontualmente. Para saber mais sobre esse seguro, acesse encurtador.com.br/glOPZ

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Incoterms 2020: principais alterações

Os novos Incoterms 2020 já estão sendo elaborados pela Câmara Internacional de Comércio (ICC), órgão que os publica desde 1930. Nas últimas décadas, sempre houve uma revisão dos Incoterms coincidindo com o primeiro ano de cada um deles: 1990, 2000, 2010, que é a versão mais recente e que está atualmente em vigor.

Os Incoterms 2020 estão sendo preparados por um Comitê de Redação (Grupo de Redação), que pela primeira vez foi constituído por representantes da China e da Austrália, embora a maioria dos membros seja européia. Este Comitê se reúne periodicamente para discutir as diferentes questões que vêm dos 150 membros (principalmente Câmaras de Comércio) que fazem parte da Câmara de Comércio Internacional.

Espera-se que os novos Incoterms sejam publicados no último trimestre de 2019, coincidindo com o centenário da Câmara de Comércio Internacional, e que entrem em vigor em 1º de janeiro de 2020.

Algumas das novas questões e mudanças que estão sendo avaliadas nas reuniões do Comitê de Redação, para incorporar na nova edição dos Incoterms 2020 são:

Eliminação dos Incoterms EXW e DDP
Seria uma grande mudança desde que o EXW é um Incoterm utilizado por muitas empresas com pouca experiência de exportação e o DDP também é comumente usado especialmente para bens (por exemplo, amostras ou partes) que são enviados via empresas de courier que lidam de toda a logística e processamento aduaneiro até a entrega no endereço do comprador. A justificativa para a supressão desses dois termos é que eles são realmente operações domésticas: no caso do EXW pelo vendedor-exportador e no DDP pelo comprador-importador. Além disso, estes dois Incoterms contradizem, de alguma forma, o novo Código Aduaneiro da União Européia, uma vez que a responsabilidade dos exportadores e importadores ocorre quando o despacho de exportação e importação foi executado, respectivamente.

Eliminação do Incoterm FAS
O FAS (Free Alongside Ship) é um Incoterm muito pouco utilizado e, na verdade, nem contribui quase nada para a FCA (Free Carrier Alongside) que é aquele que utiliza quando a mercadoria é entregue no porto de saída do país do exportador. No FCA, a mercadoria também pode ser entregue no cais, como no FAS, já que o cais faz parte do terminal marítimo. Por outro lado, se este Incoterm é usado e há um atraso na chegada do navio ao porto, a mercadoria terá de ficar disponível para o comprador no cais por vários dias e, ao contrário, se o navio seguir em frente, a mercadoria não estará disponível para envio. Na verdade, o FAS só é usado no comércio exterior de algumas commodities (minérios, cereais) e, neste sentido, a Comissão de Redação está considerando a criação de um e-commerce específico para estes produtos Incoterm.

Desdobrar o FCA em dois Incoterms
FCA é o Incoterm mais comumente usado (cerca de 40% das operações comerciais internacionais são realizadas com este Incoterm), pois é muito versátil e permite a entrega de mercadorias em lugares diferentes (endereço do vendedor, terminal de transporte terrestre, portuário, aeroporto, etc.), quase sempre no país do vendedor. Está sendo analisado criar dois Incoterms FCA – um para entrega terrestre e outro para entregas marítimas.

FOB e CIF para transporte marítimo em contêineres
A modificação feita na edição do Incoterms 2010 para que quando os bens não forem colocados em contêineres não devem ser utilizados os Incoterms FOB e CIF, mas os seus homólogos FCA e CIP, não estão sendo aplicados pela grande maioria das empresas exportadores e importadores, nem pelos agentes que intervêm no comércio internacional (transitários, operadores logísticos, bancos, etc.). Isso ocorre porque o FOB e o CIF são dois Incoterms muito antigos (o FOB já era usado na Inglaterra no final do século XVIII) e nem se fez muito esforço pela Câmara de Comércio Internacional para transmitir adequadamente essa mudança, que é muito importante, já que aproximadamente 80% do comércio mundial é realizado por contêineres. Nos Incoterms 2020, é possível que FOB e CIF possam ser usados para o transporte de contêineres, como aconteceu nas versões dos Incoterms 2000 e anteriores.

Criação de um novo Incoterm: CNI
O novo Incoterm denominado CNI (Custo e Seguros) cobriria uma lacuna entre FCA e CFR/CIF. Ao contrário do FCA, incluiria o custo do seguro internacional em nome do vendedor-exportador e, ao contrário do CFR/CIF, não incluiria o frete. Como nos outros Incoterms em “C” seria um Incoterm de chegada, ou seja, o risco de transporte seria transmitido do vendedor para o comprador no porto de partida.

Desdobre do Incoterm DDP em dois Incoterms
Tal como acontece com a FCA, o DDP também gera alguns problemas devido ao fato de que as tarifas e despesas na alfândega do país de importação são pagas pelo vendedor, independentemente do local de entrega da mercadoria. Portanto, o Comitê de Redação está considerando criar dois Incoterms baseados em DDP:
DTP (Entregue no Terminal Pago): quando as mercadorias são entregues em um terminal (porto, aeroporto, centro de transporte, etc.) no país do comprador e é o vendedor quem assume o pagamento dos direitos aduaneiros.
DPP (Entregue no Local Pago): quando a mercadoria é entregue em qualquer local que não seja um terminal de transporte (por exemplo, no endereço do comprador) e é o vendedor que assume o pagamento dos direitos aduaneiros.

Além da eliminação e criação de alguns Incoterms, o Comitê de Redação está analisando outros tópicos a serem incluídos na nova versão dos Incoterms 2020. Entre eles:

– Segurança no transporte.
– Novos regulamentos sobre os tipos de seguro de transporte.
– Relações entre os Incoterms e os contratos internacionais de compra e vendas.

Ao longo dos próximos meses, o Comitê se reunirá periodicamente para discutir essas e outras questões que, eventualmente, vão ser incluídas no Incoterms 2020. Só para lembrar: a versão do Incoterms 2020 entra em vigor em 1 de Janeiro de 2020.

 

Incoterms 2020: principais alterações
Fonte: Global Negotiator e ICC

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Novo programa da Receita Federal pode diminuir custos para quem atua com seguros de carga

 

Um novo programa da Receita Federal deve agilizar o processo de importação, reduzir custos de armazenagem, tempo de liberação e a burocracia com documentos. Trata-se da certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA), que visa facilitar uma série de procedimentos aduaneiros, tanto no país, quanto no exterior.

Essa certificação pela Receita Federal comprova que aquele operador – seja ele importador; exportador; transportador; agente de carga, operador portuário etc – oferece um baixo grau de risco de segurança física da carga e em relação ao cumprimento de suas obrigações aduaneiras. Com a OEA, por exemplo, é possível registrar a “Declaração de Importação” (DI) antes da chegada da carga ao território aduaneiro, pelo modal aquaviário.

“Este é um assunto que os corretores que atuam com seguros de Transportes precisam tomar atenção. Afinal de contas, se determinada empresa possui a certificação OEA, ela provavelmente oferecerá baixo risco também para as seguradoras, o que deve reduzir o custo da apólice”, explica Vanderlei Moghetti, gerente de Sinistros na Argo Seguros.

De acordo com o executivo, empresas credenciadas como OEA sinalizam para as autoridades aduaneiras que elas atendem previamente padrões mínimos de segurança estabelecidos dentro dos programas de cada país.

“Isso significa que a mercadoria poderá chegar ao destino já desembaraçada, o que permite um melhor planejamento logístico e minimiza os prazos de permanência da mercadoria nos terminais portuários, com a possibilidade, inclusive, da descarga direta ao importador, ou seja, sem que haja a necessidade de armazenamento”, afirma

É importante lembrar que o Programa OEA tem caráter voluntário e a não adesão não implica impedimento ou limitação na atuação como interveniente em operações regulares de comércio exterior. Lançado no final do ano passado, recentemente a Receita Federal atualizou a regra de utilização da logomarca e do manual do programa.

Antes de encerrar, o executivo da Argo Seguros fez uma ressalva. “O segurado ou seu representante devem continuar a verificar eventuais danos/faltas, ressalvados ou não na descarga do navio, durante todas as fases do processo (operações portuárias, transferência de mercadorias entre depositários, transporte terrestre, entre outras) para formalizar o protesto do recebedor conforme legislação vigente”.

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Dicas para uma boa gestão no transporte de cargas

Conhecer e administrar os riscos, que são inerentes a essa atividade, é fundamental para diminuir os danos causados às cargas durante o transporte

 

A tarefa de transportar mercadorias, invariavelmente, envolve uma série de riscos e desafios em razão de fatores internos e externos que podem influenciar essa operação.

Visando facilitar a gestão de riscos no transporte de cargas, a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) lançou, em 2018, uma rede de mapeamento logístico interligada. Com base na integração de dados entre os elos da cadeia de transporte, é possível mapear os fluxos dos produtos e mercadorias. Veja mais aqui

O objetivo final é aumentar o controle sobre as movimentações e minimizar a ocorrência de eventuais problemas como perdas, roubos ou danos ao material, garantindo que os produtos cheguem intactos ao seu destino final.

São inúmeros os riscos relacionados ao transporte de cargas. Por isso, demanda veículo, formas de armazenamento e manuseio específicos. O gerenciamento correto da atividade, no entanto, não engloba apenas o transporte ou a carga e a descarga, mas também a necessidade de manter as documentações em dia.

Isso evita problemas relacionados ao fisco e que, muitas vezes, podem resultar na interrupção do trajeto, fazendo com que a carga não consiga chegar ao seu destino. Também comprova o perecimento dos produtos e garante que a mercadoria não seja descartada.

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Dicas para um transporte de cargas de qualidade

Ao gerenciar riscos no transporte de cargas, as medidas devem contemplar todo o processo logístico, da escolha das pessoas e recursos até a chegada do produto ao cliente final.

Abaixo vamos enumerar algumas dicas para ajudar você a repensar a logística do transporte de cargas.

Planejamento Prévio

Um planejamento coeso pode otimizar o transporte de cargas em inúmeros aspectos, desde a escolha do veículo conforme o tipo de carga, até a organização dos produtos e roteiro para descarga. Neste caso, o tipo e a fragilidade do produto devem ser levados em conta na hora de traçar as rotas.

Organização das Cargas

Seja no transporte aéreo, rodoviário, ferroviário ou marítimo, a organização das cargas é fundamental para preservar a integridade dos produtos. Deixar pacotes mais pesados por baixo e preencher todos os espaços evita que as caixas possam se movimentar durante o deslocamento.

A utilização de sacos plásticos e outros materiais para minimizar o impacto e o atrito entre as cargas também é uma saída. A amarração correta dos produtos, inclusive, pode diminuir em até 30% o registro de sinistros relacionados ao transporte de cargas.

Ferramentas de Identificação e Rastreamento

Programas de identificação permitem que não só os produtos, como o veículo responsável pelo transporte das cargas, seja monitorado enquanto cumpre o roteiro traçado.

As ferramentas podem variar entre um simples código de barras, por exemplo, até um sistema de codificação digital que notifica o responsável sobre qualquer movimentação do produto durante o trajeto até o seu destino final.

Nesse cenário, cada embalagem em questão recebe um código, assim como o veículo responsável pelo transporte de cargas. A atitude minimiza o extravio de produtos ou a ocorrência de fraudes, por exemplo.

Seguro para Cargas

Diante da terceirização do transporte de cargas, em decorrência do grande volume de rotas e trajetos a serem cumpridos, torna-se fundamental prezar pela segurança do patrimônio em deslocamento.

Os programas de seguro voltado para cargas garantem proteção contra os principais riscos relacionados ao transporte de cargas, oferecendo coberturas básicas, adicionais e específicas.

Dependendo do pacote, é possível aproveitar o suporte do seguro para cobrir custos de frete, despesas com a operação logística, e até mesmo eventuais gastos advindos de ocorrências como furto ou roubo.

Não deixe que seu patrimônio corra riscos desnecessários. Que tal antecipar os cuidados e priorizar uma boa gestão de riscos no transporte de cargas? Veja os detalhes do Protector Cargas. 

Economia reaquecida: aproveite para garantir o Protector Cargas

1019_facebook (1)As exportações brasileiras tiveram um crescimento de 15,1% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as importações cresceram 18% no período. As informações do Indicador do Comércio Exterior (Icomex) foram divulgadas no último dia 17 pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

Entre as três atividades econômicas pesquisadas, a principal alta no volume exportado entre setembro de 2016 e setembro deste ano foi observada na agropecuária (94,5%). As exportações da indústria extrativa cresceram 7,3% e as da indústria da transformação tiveram aumento de 5,3%.

Quer notícia melhor para a autoestima do país? Mas não deixe de pensar também a longo prazo: se na economia os riscos são calculados, os seus produtos também precisam ganhar um olhar especial e prevenção. O Protector Cargas é a solução da Argo Seguros para proteção contra os principais riscos do transporte de cargas, incluindo coberturas básicas, coberturas específicas para diversos casos e uma série de coberturas adicionais.

COBERTURAS BÁSICAS: para mercadorias novas e usadas em operações de importação e exportação, seja transporte aéreo, marítimo,terrestre ou ferroviário.

COBERTURAS ADICIONAIS: para cobrir custos de frete, roubo ou furto, despesas com a
operação logística, tributos, lucros esperados, devolução e desvio de rota, entre outras.

CLÁUSULAS ESPECÍFICAS: para embarque aéreo sem valor declarado, embarque em
convés de navios, quebra de mercadoria a granel, aparelhos, máquinas e equipamentos, entre outras.

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Bom momento para a área de seguros de transportes de cargas

A recente retomada da atividade econômica mostra que o período é bom para a área de seguros de transporte de cargas. O Porto de Santos, o maior da América Latina, registrou recorde de movimentação de cargas e contêineres nos primeiros quatro meses desse ano. Ao todo, foram 38,6 milhões de toneladas, quase 3% acima do recorde anterior, alcançado no mesmo período de 2016.

Esse aumento na movimentação de cargas também foi percebido pela Argo Seguros: “Verificamos que vários dos nossos clientes estão averbando mais viagens em comparação aos meses anteriores. Isso significa que existe evolução nítida no volume de carga transportada”, revela Ivor Moreno, gerente de Transportes.

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Protector Cargas, um seguro completo que foca na simplicidade de contratação

A Argo Seguros está lançando o Protector Cargas, seu primeiro produto de Transportes. É um seguro para empresas que exportam e importam mercadorias, com limite máximo por embarque de até US$ 500 mil. Além disso, oferece exclusivos diferenciais tecnológicos que garantem maior agilidade no atendimento:

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Protector Cargas, a proteção ideal para todo tipo de mercadoria

O mercado de seguros de transporte internacional está entre aqueles com potencial de crescimento, pois a maioria dos exportadores comercializa suas mercadorias sem proteção e parte considerável dos importadores não contrata nenhuma cobertura.

Para atender a essa demanda, nasceu o Protector Cargas, mais uma novidade na plataforma Protector. É um seguro completo que cobre os riscos de transporte de mercadorias novas e usadas para embarques de importação e exportação, seja por transporte aéreo, marítimo, terrestre ou ferroviário, e que pode ser contratado em dólar ou real.

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