A tecnologia (cada vez mais) a favor da medicina.

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A importância da medicina para a sociedade é algo indiscutível. Não podia ser diferente. As benfeitorias desta ciência podem ser classificadas, no mínimo, como heróicas: pesquisas que extinguiram as mais cruéis doenças, remédios que diminuíram o sofrimento de milhares de pessoas, máquinas que foram se modernizando, com diagnósticos cada vez mais precisos. No Brasil, são quase 400 mil homens e mulheres salvando vidas diariamente, 300 mil a mais que em 1970.

Se há 20, 30 anos atrás existia um médico (o famoso médico de família) para atender do bisavô ao neto, hoje, os especialistas são responsáveis pelo incremento da ciência e por um aumento da qualidade de vida, com profissionais dedicando-se às mais diversas especificidades, evitando, diagnosticando e tratando precocemente dos mais diversos problemas. São cardiologistas, dermatologistas, cirurgiões vasculares, pneumologistas, ortopedistas, entre outros. Como qualquer ciência, o avanço da medicina é constante. E à medida que esse mercado se expande, as tecnologias avançam com o que há de mais moderno, facilitando a relação paciente-médico.

A tecnologia facilitando o dia a dia dos médicos.

Pesquisas recentes apontam que 85% dos médicos usam dispositivos móveis profissionalmente. São mais de 500 apps relacionadas à profissão: gadgets que fornecem dados sanguíneos, pressão arterial e cardíaca são bem comuns, assim como exames de Raio X que vão direto para o smartphone. Cadernetas de vacinação eletrônica facilitam a relação médico-paciente. De casa, dá para o paciente enviar os dados que o médico precisa para fornecer o remédio adequado. Calculadoras portáteis inseridas em softwares precisam números necessários para diagnósticos. Se antigamente compartilhar uma cirurgia ao vivo parecia impossível, o digital mostrou que isso é apenas uma questão de opinião. Atualmente, médicos já podem pedir intervenções a colegas da profissão em meio aos seus procedimentos, através do Google Glass. De um lado da tela, a cirurgia. Do outro, o especialista, indicando em tempo real o que fazer.

Tecnologia com responsabilidade.

Esses mesmo aplicativos móveis fornecem informações tão relevantes, que por vezes acabam fazendo a cabeça dos mais afoitos. Eles se automedicam, expondo-se a situações desnecessárias.  Os dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam o uso indevido de medicamentos como a principal causa de envenenamento, sendo em 2009 o motivo de 26 mil mortes no Brasil. Se os médicos passam anos na faculdade, não é à toa: é lá que eles adquirem o embasamento necessário para a tomada diária de decisões.

Porém, errar é um dilema na vida, e até mesmo o melhor profissional está apto a cometer equívocos no diagnóstico, ou até mesmo se manifestar de forma equivocada em relação a algum paciente, criando atrito com os veículos de comunicação e caindo em desgraça nas redes sociais.

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