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Seguros Patrimoniais

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Lançamento da Argo Seguros, Protector Cargas Anual oferece agilidade e simplicidade na contratação

A Argo Seguros está lançando seu segundo produto digital para a área de Transportes. Trata-se do Protector Cargas Anual, uma ótima solução para quem precisa de agilidade no processo de cotação e contratação. O seguro atende empresas que exportam e importam mercadorias regularmente, com limite máximo por embarque de até US$ 1 milhão.

Todo o processo é muito simples e intuitivo porque, conforme a seleção avança, a ferramenta vai eliminando outras possibilidades. Por exemplo, se o corretor escolher que o modal utilizado será marítimo, automaticamente os campos para contratação de coberturas aéreas ficam desabilitados. Da mesma forma, se a escolha do percurso for porto-a-porto, não aparecem outras opções.

As coberturas básicas são automaticamente selecionadas, segundo a mercadoria escolhida. Por exemplo, se for a granel, o sistema selecionará automaticamente essa cobertura. Já as coberturas adicionais precisam ser escolhidas pelo corretor. Antes de enviar a cotação, o corretor ainda pode rever todo o procedimento e até acrescentar outras mercadorias.

O Protector Cargas Anual também oferece ampla rede de atendimento de sinistro em âmbito mundial; custo bastante acessível; equipe de subscrição especializada e, claro, uma plataforma digital já conceituada no mercado que permite a contratação do seguro em menos de cinco minutos. Esse seguro pode ser encontrado na Central do Corretor.

Como faz em todos os seus produtos digitais, a Argo Seguros incluiu também uma série de exclusivos diferenciais tecnológicos que garantem maior agilidade no atendimento. Entre eles estão a “Assistência Documental Digital”, com resposta em até quatro horas; a conversão automática do câmbio em dólar para pagamento do boleto em até cinco dias já em reais; e a facilidade da  “Carta Protesto com Certificação Digital”, um serviço via e-mail que valida o documento inteiro e sua assinatura como prova de entrega, dispensando desta maneira a burocracia.

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“Somos conhecidos por ser uma empresa inovadora, que aposta na tecnologia para facilitar o dia a dia dos corretores parceiros e clientes. Dentro dessa premissa, estamos lançando um produto mais completo e ágil, para aquele corretor que precisa de respostas imediatas”, explica Mariana Miranda, gerente de Subscrição da Argo Seguros.

Recentemente a companhia promoveu um webinar a respeito do seguro de transportes e também sobre este produto. Se você não pôde acompanhar ou deseja rever esse treinamento online e gratuito, basta acessar o endereço https://www.youtube.com/watch?v=yVyjcUGBY-w.

Por fim, vale lembrar que nesse segmento a companhia oferece também o Protector Cargas Avulsas, um produto com as mesmas características, mas voltado a quem importa ou exporta pontualmente. Para saber mais sobre esse seguro, acesse encurtador.com.br/glOPZ

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Seguro para Equipamentos Odontológicos amplia proteção para os dentistas

A Argo Seguros lançou recentemente um produto que vai trazer ainda mais segurança aos dentistas e donos de clínicas. Trata-se do Protetor Equipamentos Odontológicos, que garante ao profissional liberal e ao empresário proteção completa para seus equipamentos, contra danos acidentais e roubo ou furto qualificado, dentro ou fora do consultório. O produto foi desenvolvido para atender todas necessidades dos dentistas com um de seus bens mais importantes para o desenvolvimento do seu trabalho.  

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Janete Tani

“O Protetor Equipamentos Odontológicos foi desenvolvimento através de muita pesquisa realizada diretamente com os dentistas. Então, foi possível fazer um produto que o segurado cria uma identificação imediata, ou seja, ele sabe que o seguro foi feito especialmente para ele”, explica Janete Tani, gerente de Property da Argo Seguros.

Entre suas coberturas estão, por exemplo, a garantia contra alagamento (exclusiva); curto circuito, sobrecarga ou distúrbio elétrico; queda de raio; vendaval; incêndio do seu imóvel, do condomínio ou de vizinhos; explosão; acidente com veículo durante o transporte dos equipamentos; e roubo ou furto qualificado no consultório e no território nacional. O seguro de Equipamentos Odontológicos pode ser encontrado na Central do Corretor.

Vale lembrar que nesse segmento a companhia oferece também o Protector Dentistas, um produto de Responsabilidade Civil Profissional que oferece cobertura completa para gastos com defesa judicial por erros causados na prestação do serviço, como em casos de dano estético, na colocação de implantes e de diagnóstico.

“Essa é uma excelente oportunidade para os corretores ampliarem seus ganhos dentro da sua própria carteira, já que eles que podem oferecer mais uma importante proteção aos dentistas, através da plataforma digital Protector. Além disso, as vendas realizadas terão novidades em breve no nosso programa de vendas chamado Clube Protector”, finaliza Roberto Uhl, gerente de Canais Digitais da Argo Seguros.

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Incoterms 2020: principais alterações

Os novos Incoterms 2020 já estão sendo elaborados pela Câmara Internacional de Comércio (ICC), órgão que os publica desde 1930. Nas últimas décadas, sempre houve uma revisão dos Incoterms coincidindo com o primeiro ano de cada um deles: 1990, 2000, 2010, que é a versão mais recente e que está atualmente em vigor.

Os Incoterms 2020 estão sendo preparados por um Comitê de Redação (Grupo de Redação), que pela primeira vez foi constituído por representantes da China e da Austrália, embora a maioria dos membros seja européia. Este Comitê se reúne periodicamente para discutir as diferentes questões que vêm dos 150 membros (principalmente Câmaras de Comércio) que fazem parte da Câmara de Comércio Internacional.

Espera-se que os novos Incoterms sejam publicados no último trimestre de 2019, coincidindo com o centenário da Câmara de Comércio Internacional, e que entrem em vigor em 1º de janeiro de 2020.

Algumas das novas questões e mudanças que estão sendo avaliadas nas reuniões do Comitê de Redação, para incorporar na nova edição dos Incoterms 2020 são:

Eliminação dos Incoterms EXW e DDP
Seria uma grande mudança desde que o EXW é um Incoterm utilizado por muitas empresas com pouca experiência de exportação e o DDP também é comumente usado especialmente para bens (por exemplo, amostras ou partes) que são enviados via empresas de courier que lidam de toda a logística e processamento aduaneiro até a entrega no endereço do comprador. A justificativa para a supressão desses dois termos é que eles são realmente operações domésticas: no caso do EXW pelo vendedor-exportador e no DDP pelo comprador-importador. Além disso, estes dois Incoterms contradizem, de alguma forma, o novo Código Aduaneiro da União Européia, uma vez que a responsabilidade dos exportadores e importadores ocorre quando o despacho de exportação e importação foi executado, respectivamente.

Eliminação do Incoterm FAS
O FAS (Free Alongside Ship) é um Incoterm muito pouco utilizado e, na verdade, nem contribui quase nada para a FCA (Free Carrier Alongside) que é aquele que utiliza quando a mercadoria é entregue no porto de saída do país do exportador. No FCA, a mercadoria também pode ser entregue no cais, como no FAS, já que o cais faz parte do terminal marítimo. Por outro lado, se este Incoterm é usado e há um atraso na chegada do navio ao porto, a mercadoria terá de ficar disponível para o comprador no cais por vários dias e, ao contrário, se o navio seguir em frente, a mercadoria não estará disponível para envio. Na verdade, o FAS só é usado no comércio exterior de algumas commodities (minérios, cereais) e, neste sentido, a Comissão de Redação está considerando a criação de um e-commerce específico para estes produtos Incoterm.

Desdobrar o FCA em dois Incoterms
FCA é o Incoterm mais comumente usado (cerca de 40% das operações comerciais internacionais são realizadas com este Incoterm), pois é muito versátil e permite a entrega de mercadorias em lugares diferentes (endereço do vendedor, terminal de transporte terrestre, portuário, aeroporto, etc.), quase sempre no país do vendedor. Está sendo analisado criar dois Incoterms FCA – um para entrega terrestre e outro para entregas marítimas.

FOB e CIF para transporte marítimo em contêineres
A modificação feita na edição do Incoterms 2010 para que quando os bens não forem colocados em contêineres não devem ser utilizados os Incoterms FOB e CIF, mas os seus homólogos FCA e CIP, não estão sendo aplicados pela grande maioria das empresas exportadores e importadores, nem pelos agentes que intervêm no comércio internacional (transitários, operadores logísticos, bancos, etc.). Isso ocorre porque o FOB e o CIF são dois Incoterms muito antigos (o FOB já era usado na Inglaterra no final do século XVIII) e nem se fez muito esforço pela Câmara de Comércio Internacional para transmitir adequadamente essa mudança, que é muito importante, já que aproximadamente 80% do comércio mundial é realizado por contêineres. Nos Incoterms 2020, é possível que FOB e CIF possam ser usados para o transporte de contêineres, como aconteceu nas versões dos Incoterms 2000 e anteriores.

Criação de um novo Incoterm: CNI
O novo Incoterm denominado CNI (Custo e Seguros) cobriria uma lacuna entre FCA e CFR/CIF. Ao contrário do FCA, incluiria o custo do seguro internacional em nome do vendedor-exportador e, ao contrário do CFR/CIF, não incluiria o frete. Como nos outros Incoterms em “C” seria um Incoterm de chegada, ou seja, o risco de transporte seria transmitido do vendedor para o comprador no porto de partida.

Desdobre do Incoterm DDP em dois Incoterms
Tal como acontece com a FCA, o DDP também gera alguns problemas devido ao fato de que as tarifas e despesas na alfândega do país de importação são pagas pelo vendedor, independentemente do local de entrega da mercadoria. Portanto, o Comitê de Redação está considerando criar dois Incoterms baseados em DDP:
DTP (Entregue no Terminal Pago): quando as mercadorias são entregues em um terminal (porto, aeroporto, centro de transporte, etc.) no país do comprador e é o vendedor quem assume o pagamento dos direitos aduaneiros.
DPP (Entregue no Local Pago): quando a mercadoria é entregue em qualquer local que não seja um terminal de transporte (por exemplo, no endereço do comprador) e é o vendedor que assume o pagamento dos direitos aduaneiros.

Além da eliminação e criação de alguns Incoterms, o Comitê de Redação está analisando outros tópicos a serem incluídos na nova versão dos Incoterms 2020. Entre eles:

– Segurança no transporte.
– Novos regulamentos sobre os tipos de seguro de transporte.
– Relações entre os Incoterms e os contratos internacionais de compra e vendas.

Ao longo dos próximos meses, o Comitê se reunirá periodicamente para discutir essas e outras questões que, eventualmente, vão ser incluídas no Incoterms 2020. Só para lembrar: a versão do Incoterms 2020 entra em vigor em 1 de Janeiro de 2020.

 

Incoterms 2020: principais alterações
Fonte: Global Negotiator e ICC

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Atendimento ao cliente: como aumentar sua performance nas vendas?

Bater as metas estipuladas e ainda prezar por um bom atendimento ao cliente. Como é possível equilibrar as demandas no dia a dia de um corretor?

Em qualquer tipo de negociação, cuidar de todos os detalhes para que o cliente tenha a melhor experiência possível ao entrar em contato com o produto ou serviço ofertado é uma premissa fundamental.

Mas isso nem sempre é uma tarefa simples. Assumir uma função comercial na empresa, e passar a atuar em negociações diretas com clientes, exige competências que vão além de uma boa gestão de equipes e do caráter da liderança em si.

Encontrar um denominador comum em uma negociação que envolve diferentes perfis, empresas e até mesmo necessidades é uma busca constante. Já deu para perceber que negociar se trata de uma arte em particular?

Atendimento ao cliente: quais as tendências atuais?

O atendimento ao cliente, em si, tem se transformado constantemente a partir das inovações tecnológicas e novos modelos que surgem no decorrer do tempo.

Ciente do desafio que é melhorar a performance das vendas, separamos algumas dicas para ajudar você a obter melhores resultados na hora de coordenar sua equipe de vendas ou agir de forma isolada para o fechamento de algum negócio em potencial.

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Dica #1 – Aposte na Inteligência Criativa

Hoje em dia, a tecnologia oferece instrumentos suficientes para facilitar o processo de busca por potenciais clientes. A chance de compilar, organizar e atrair leads qualificados, por exemplo, através de um formulário ou questionário na internet, pode facilitar prospecções ou futuras vendas com potenciais clientes.

Dica #2 – Prefira ouvir a falar

O diálogo, dentro de uma negociação, deve acontecer em algumas etapas. É importante deixar o ego de lado, segurar o discurso voltado às vendas e dedicar as atenções a ouvir o que o seu potencial cliente. Afinal, a necessidade do cliente é o que realmente importa. Dessa forma, é possível entender as reais motivações do cliente.

Dica #3 – Adeque seu discurso ao perfil desejado

Existem diversos tipos de vendedor. No caso das startups ou empresas pequenas, o vendedor ideal é aquele que consegue tornar as vendas replicáveis mesmo sem o produto ou serviço final formatado definitivamente. Ainda existe o vendedor encarregado de instituir processos comerciais, e aquele, colocado em uma empresa mais consolidada, que só se preocupa em fazer a empresa crescer e escalar.

Entenda as necessidades da empresa, de seus clientes, e não inverta os papéis! Seja qual for o tipo de negociação, é essencial prezar pela transparência na relação com os clientes.

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Novo programa da Receita Federal pode diminuir custos para quem atua com seguros de carga

 

Um novo programa da Receita Federal deve agilizar o processo de importação, reduzir custos de armazenagem, tempo de liberação e a burocracia com documentos. Trata-se da certificação como Operador Econômico Autorizado (OEA), que visa facilitar uma série de procedimentos aduaneiros, tanto no país, quanto no exterior.

Essa certificação pela Receita Federal comprova que aquele operador – seja ele importador; exportador; transportador; agente de carga, operador portuário etc – oferece um baixo grau de risco de segurança física da carga e em relação ao cumprimento de suas obrigações aduaneiras. Com a OEA, por exemplo, é possível registrar a “Declaração de Importação” (DI) antes da chegada da carga ao território aduaneiro, pelo modal aquaviário.

“Este é um assunto que os corretores que atuam com seguros de Transportes precisam tomar atenção. Afinal de contas, se determinada empresa possui a certificação OEA, ela provavelmente oferecerá baixo risco também para as seguradoras, o que deve reduzir o custo da apólice”, explica Vanderlei Moghetti, gerente de Sinistros na Argo Seguros.

De acordo com o executivo, empresas credenciadas como OEA sinalizam para as autoridades aduaneiras que elas atendem previamente padrões mínimos de segurança estabelecidos dentro dos programas de cada país.

“Isso significa que a mercadoria poderá chegar ao destino já desembaraçada, o que permite um melhor planejamento logístico e minimiza os prazos de permanência da mercadoria nos terminais portuários, com a possibilidade, inclusive, da descarga direta ao importador, ou seja, sem que haja a necessidade de armazenamento”, afirma

É importante lembrar que o Programa OEA tem caráter voluntário e a não adesão não implica impedimento ou limitação na atuação como interveniente em operações regulares de comércio exterior. Lançado no final do ano passado, recentemente a Receita Federal atualizou a regra de utilização da logomarca e do manual do programa.

Antes de encerrar, o executivo da Argo Seguros fez uma ressalva. “O segurado ou seu representante devem continuar a verificar eventuais danos/faltas, ressalvados ou não na descarga do navio, durante todas as fases do processo (operações portuárias, transferência de mercadorias entre depositários, transporte terrestre, entre outras) para formalizar o protesto do recebedor conforme legislação vigente”.

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Acidentes no trânsito: os riscos expressos em números

Cada vez mais, a divisão do espaço público nas metrópoles é alvo de discussão. A diminuição no índice de acidentes no trânsito é questão de planejamento e redesenho urbano

A redução dos acidentes no trânsito tem muito a ver com políticas de redesenho e planejamento urbano que vem sendo implementadas nas grandes cidades. A mudança de paradigma passa por alterações na lei, novos hábitos e comportamentos por parte dos condutores, pedestres, ciclistas e outros atores do trânsito nas metrópoles.

De acordo com dados consolidados, e divulgados esse ano pela Companhia de Engenharia e Tráfego (CET). as mortes em decorrência de acidentes de trânsito apresentaram queda de 6,8% na cidade de São Paulo. Em linhas gerais, o ano de 2017 registrou menos acidentes fatais envolvendo motoristas, motociclistas e pedestres.

A maior queda foi entre os motoristas de automóveis – 28% menos acidentes foram registrado em comparação aos últimos anos. No entanto, a estatística inverte quando o foco se volta para os ciclistas. No último ano, o número de acidentes fatais envolvendo ciclistas aumentou cerca de 23%. A falta de sinalização e proteção a quem pedala são duas das bandeiras levantadas pelos ciclistas em busca de maior proteção.

Em 2017, na cidade de São Paulo, o índice de fatalidade envolvendo acidentes de ciclistas foi de 6,56 mortes por 100 mil habitantes. Em âmbito nacional, esse número é ainda maior, da ordem de 23,4 mortes para cada 100 mil habitantes.
De acordo com estatísticas compiladas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil é o quarto país no ranking dos que amargam os maiores índices de acidentes no trânsito. Por ano, as contas do Estado são oneradas com R$ 60 bilhões em razão de fatalidades.

Acidentes no trânsito: como é possível reduzir os índices?

Segundo dados do Infosiga SP, instituto aliado ao Governo do Estado de São Paulo para compilar estatísticas de acidentes no trânsito, os acidentes que tiveram ciclistas como vítimas fatais aumentaram 17,8% no último ano.

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Ativistas e organizações em prol do uso da bicicleta na cidade alertam: o aumento do índice dos acidentes não está diretamente relacionado ao aumento de ciclistas nas ruas, e sim à falta de monitoramento, sinalização e fiscalização das autoridades competentes em relação ao trânsito na cidade.

O Movimento Paulista de Segurança no trânsito até chegou a lançar uma cartilha para tentar evitar acidentes em potencial. A expansão das malhas cicloviárias é uma, entre as diversas estratégias de redesenho urbano, que pode aumentar a proteção e diminuir os riscos, prezando pela divisão do espaço público de forma mais democrática.

A cartilha envolve uma série de medidas como a instalação de sinalização adequada, faixas de pedestre em diagonal (para possibilitar uma melhor travessia e reduzir o risco de atropelamento),  alargamento de calçadas e áreas de recuo para pedestres, tempo maior para troca do semáforo, redução da velocidade média dos veículos, entre outras.

Dentro da perspectiva de propor um modelo de seguro digital inovador, aplicado às bicicletas, transporte de cargas e outros segmentos, a Argo Protector está ajudando a resolver problemas reais. Acreditamos na construção de uma cidade mais segura, democrática e prazerosa para todos!

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Argo Seguros assume liderança no ramo de E&O

Com apenas seis anos de atuação no Brasil, nós assumimos a liderança no mercado de E&O (Erros e Omissões). Para quem não conhece, esse seguro faz parte do ramo (378) de Responsabilidade Civil Profissional e garante o pagamento de indenizações e a cobertura de eventuais gastos ocasionados justamente por erros e omissões dos profissionais liberais durante a execução do seu serviço.

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), esse seguro movimentou de janeiro até junho deste ano (data do último levantamento) aproximadamente R$ 167,3 milhões em prêmios emitidos. A participação da Argo nesse mercado é de 16% desse valor, algo em torno de R$ 27,3 milhões.

Entre os motivos que contribuíram para nossa conquista estão o desenvolvimento de produtos inovadores, o atendimento diferenciado, a conquista de espaço no mercado e a utilização cada vez maior da plataforma digital Protector pelos corretores de seguros.

“Estamos muito felizes por chegarmos a liderança desse ramo. Somos uma seguradora de nicho e é uma grande satisfação saber que nos tornamos referência em E&O com tão pouco tempo de atuação no Brasil. Aproveito para agradecer o empenho de toda equipe e também o apoio dos corretores de seguros, que sempre acreditaram no nosso trabalho”, comemora Pedro Purm, CEO da Argo Seguros.

Vale destacar que o seguro de E&O apresentou um crescimento de 12,3% de janeiro a junho de 2018, em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Susep.

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Campanhas personalizadas aumentam novos negócios

Confira como você pode aumentar a sua captação de leads.

Em nosso último post desta série especial sobre a Central do Corretor, falamos um pouco sobre a facilidade de captar leads qualificados através da plataforma Protector.

Do contato com o potencial cliente até a renovação de negócios, o sistema, desenvolvido e aprimorado durante anos oferece diversas possibilidades para aumentar a performance de vendas do corretor. E é isso que nos interessa!

Direto com o Segurado

Para isso, uma das ferramentas mais eficientes e disponível na Central do Corretor é a ferramenta de Campanhas. Trata-se de uma funcionalidade que permite que o corretor crie campanhas personalizadas para disparar na sua rede de contatos.

Essas campanhas podem ser colocadas no Facebook, no Google e até por E-mail. Como são personalizadas, elas contêm dados sobre o Produto, Comissões, Tempo de Vigência e Taxa de Visualização.

Todos esses dados ficam disponíveis pela Central do Corretor, facilitando a gestão da campanha e análise de seus resultados.

E aí, gostou? Já tem usado as campanhas para aumentar seus negócios? No próximo post vamos falar um pouco a funcionalidade de Cotações da Central do Corretor. Até lá!

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Quais são as tendências para o mercado de seguros?

Separamos três setores em especial da indústria de seguros para analisar, de forma mais aprofundada, as tendências futuras em termos de mercado.

Projetar tendências pode ser algo perigoso. Mas a consultoria Deloitte, com base em um amplo estudo de campo, enumerou as principais tendências do mercado das seguradoras para os próximos anos.

De acordo com o estudo, divulgado no site da empresa, as mudanças no panorama dos seguros já vem ocorrendo com a consolidação das novas tecnologias.

Abaixo, separamos a análise de três setores, dentro do mercado das seguradoras, para explicar melhor as atuais mudanças. Aqui, falaremos sobre os setores de saúde, automóveis e imóveis, que englobam grande parte dos seguros do mercado.

Veja tendências para o mercado de seguros em três setores

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A conectividade e as ferramentas tecnológicas chegaram para reduzir os custos das seguradoras e minimizar a taxa de desistência dos consumidores.

As plataformas digitais também proporcionam maior facilidade ao cliente na hora da análise das condições do seguro e possível contratação. De acordo com pesquisa da Deloitte, a taxa de venda de apólices sobe de 70% para 90% quando vinculada às ferramentas digitais

Saúde

Atualmente,  uma série de startups e empresas de TI têm voltado as atenções para as possibilidades do setor de saúde. O chamado Health Tech já é um movimento crescente, por exemplo, nos Estados Unidos, e visa, sobretudo, aumentar a qualidade de vida das pessoas envolvidas.

Ao se conectar com clientes por meio de dispositivos e sensores, as seguradoras podem criar um envolvimento mais regular e significativo por parte do cliente.

Automóveis

A proliferação da tecnologia nos veículos tem criado novas perspectivas a respeito do ecossistema de mobilidade urbana emergente. Contudo, até a implantação de carros autônomos, por exemplo, uma série de debates ainda devem acontecer.

O que se pode aferir, de acordo com a pesquisa, é que com a presença massiva da tecnologia na fabricação dos carros, os custos com perdas tendem a aumentar. O custo com reparos para veículos equipados com sensores costuma ser cinco vezes maior em relação aos veículos tradicionais.

As seguradoras devem prestar atenção ao surgimento de concorrentes novos. Mas o modelo de cobrança pode ser perpetuado caso os fabricantes de automóveis, que produzem “carros inteligentes”, decidam incluir o seguro no preço de seus veículos, a exemplo do que fazem algumas montadoras como a Tesla no mercado asiático.

Imóveis

O fortalecimento da IoT (Internet of Things) no dia-a-dia é um dos motivos que dão origem ao termo InsurTech. São as tecnologias que mudam a forma com que os consumidores contratam seguros. E, em vez de serem tratadas como obstáculo, podem se mostrar benéficas às seguradoras.

Imagine que sensores instalados em uma residência monitorem indicadores de possíveis problemas, como fissuras de encanamentos, fiação defeituosa ou até invasores domésticos com base em áudio e imagens. Esses alertas podem ser enviados, em tempo real, a proprietários e seguradoras para agir preventivamente e evitar incidentes mais graves.

Com a implantação mais ampla das proteções, as operadoras de seguro passam a receber reclamações menos severas e se tornam capazes de coletar dados para precificar o serviço de forma mais personalizada e lucrativa.
Fique por dentro de outras coberturas e inovações em termos de seguro acessando o site.

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Nova websérie “Dicas Digitais Argo Seguros” chega ao quarto episódio

A nossa nova websérie chegou essa semana ao seu quarto episódio. A iniciativa visa ajudar os corretores a entenderem melhor as novas tecnologias e de que forma elas podem ser usadas ao seu favor no dia a dia. Com o nome “Dicas Digitais Argo Seguros”, a websérie terá oito capítulos e conta com apresentação de Roberto Uhl, gerente de Canais Digitais da Argo.

Neste episódio, o executivo vai falar sobre API, que são as trocas de instruções entre diferentes aplicações, como acontece por exemplo com soluções como o Uber e o Waze. Para assistir, basta clicar aqui. 

Anteriormente, os episódios abordaram temas como “os caminhos que o meio digital está usando para transformar o setor”; e o que significam as expressões “Boot” e “Big Data”. Com vídeos curtos, de aproximadamente um minuto, essa websérie traz as principais terminologias e questões relacionadas ao mercado de seguros e a tecnologia. Ainda serão abordados temas como diferenças entre o meio digital e as Insurtechs; e as próximas tendências do segmento. Siga nosso canal no youtube para acompanhar os próximos episódios no link. 

“O mundo digital está transformando o mercado de seguros e a nossa websérie está explicando como e porque acontece este processo. Estamos trazendo uma visão digital que seja aplicada ao mercado de seguros, por isso quero convidar todos os corretores a nos acompanharem no canal Argo Protector do Youtube”, afirma Roberto.

Essa é nossa segunda websérie. Há quase um ano, a companhia inovou ao abordar técnicas de marketing digital para ajudar os corretores a gerar novos negócios através da internet. Quem não teve a oportunidade de assistir, pode acessar pelo endereço https://goo.gl/j1stWg e digitar “Websérie Protector” na playlist.